Nunca compreendi muito bem a sua preocupação com a hereditariedade. Não sei como, mas tinha ficado com a impressão de que as Pessoas de Bem eram aquelas que faziam o melhor que podiam com a sua consciência, mas a tia Alexandra era da opinião, expressa aliás com alguma obliquidade, que quanto mais tempo uma família habitava um pedaço de terra, mais fina era.
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A tia é muito tia. A altivez com que se coloca acima dos seus pares e estratifica os cidadãos da pequena cidade, tornam-na merecedora de alguma desaprovação por parte da nossa pequena/grande Scout. Acreditemos que os seus esforços de educar a Scout de acordo com a sua visão redutora do que deve ser uma mulher, sejam infrutíferos.